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Idosos e os perigos da dor de cabeça
Idosos e os perigos da dor de cabeça

Idosos e os perigos da dor de cabeça

A dor de cabeça é um sintoma preocupante em qualquer idade. Em idades mais avançadas, no entanto, deve ser sempre encarada com seriedade pelo médico responsável. A apresentação clínica da dor de cabeça no idoso (com mais de 65 anos) pode estar relacionada a uma ampla gama de condições, desde arterite e acidente vascular cerebral até doenças neoplásicas e glaucoma.

Este artigo abrange os diversos fatores que causam dor de cabeça na população idosa e a abordagem diagnóstica e terapêutica para este importante sintoma. Em geral, o problema tem causas mais graves quando comparado à população mais jovem.

A dor de cabeça (cefaleia) é pouco referida pelo idoso nos consultórios de geriatria, mas se o médico perguntar ativamente se ele apresenta esse sintoma, torna-se uma queixa bastante frequente.
Apesar de na maioria dos casos, tratar-se de dores de cabeça benignas (os tipos mais frequentes são as cefaleias primárias, nas quais a dor de cabeça é o próprio problema de base. Por exemplo: enxaqueca e cefaleia tensional), o idoso com cefaleia de início recente necessita de uma abordagem sistemática para pesquisar outras causas (as cefaleias secundárias). Neste segundo tipo, algum outro fator está causando a dor de cabeça no paciente. Como o idoso frequentemente utiliza múltiplas medicações e apresenta outros problemas de saúde, é preciso tomar um cuidado especial com as cefaleias secundárias.

O importante é que haja um acompanhamento médico, para entender qual a origem e o tipo de cefaleia, objetivando melhorar a qualidade de vida do indivíduo na terceira idade.

Em pessoas na terceira idade, há possibilidade de ocorrência de Acidente Vascular Cerebral ou derrame, cujos sintomas são semelhantes aos da áurea e da dor em decorrência da enxaqueca.

No caso das cefaleias secundárias em idosos, as condições patológicas primárias mais comumente observadas são: arterite temporal, dissecção arterial e tumores intracranianos.

Do mesmo modo como ocorre com a população mais jovem, o tratamento nos idosos baseia-se no tratamento agudo (das crises) e no tratamento profilático (contínuo, independentemente da presença ou não da dor).

O que diferencia é a atenção dada ao paciente. No caso de idades mais avançadas, a assistência necessita ser maior devido à maior chance de interações medicamentosas e contraindicações.

Abordaremos os tipos de AVC nos posts a seguir.

Conteúdo extraído de , SOS Parkinson

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